segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Posted by Tamu Junto On 15:30




Em uma delas a cruz do alto da torre foi substituída pela bandeira de um grupo extremista


A ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) denunciou o ataque de jihadistas a duas igrejas em Raqa, na Síria, nesta quinta-feira (26) dizendo que estátuas e crucifixos foram incendiados e a cruz da torre de uma delas foi destruída.
Uma das igrejas atacadas foi a catedral Notre Dame da Anunciação, o crime foi realizado por combatentes do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL, mas também abreviado como ISIS) que, de acordo com a agência AFP, controla a maior parte da cidade.
A segundo igreja atingida foi a Igreja dos Mártires, dirigida por católicos armênicos, foi neste templo que a cruz do alto da torre foi destruída pelos extremistas que colocaram a bandeira do EIIL no lugar.
Raqa foi a primeira capital tomada pelos rebeldes sírios que querem impor sua lei, baseada em uma interpretação radical do Islã, na cidade. O grupo é formado principalmente por jihadistas.
A guerra civil síria já deixou mais de 100 mil mortos, o principal motivo seria o descontentamento da população com o presidente Bashar al-Assar, mas os tons políticos passaram a ser religiosos, já que os opositores são jihadistas e os cristãos, que são 5% da população, são favoráveis ao presidente.
A situação dos cristãos na Síria tem preocupado instituições de apoio a Igreja Perseguida e também ONGs de Direitos Humanos, inclusive um grupo parisiense criou uma petição para alertar diplomatas de diversos países europeus sobre o que tem acontecido no Oriente Médio.
Além da petição do grupo “Cristãos do Oriente em perigo”, o Portas Abertas também criou uma petição online de apoio aos cristãos sírios. As assinaturas recolhidas serão apresentadas pelo Portas Abertas Internacional a instâncias globais, demonstrando o apoio de cristãos em todo o mundo à Igreja na Síria.Com Informações Terra

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/ong-denuncia-ataques-de-jihadistas-a-duas-igrejas-sirias/
Posted by Tamu Junto On 15:08


Madre Agnes Mariam el-Salib denuncia situação à Comissão de Direitos Humanos da ONU
Em março de 2012, a guerra na Síria completava um ano e ainda não tinha muito espaço na mídia mundial. Mesmo quando o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez uma denúncia grave: corpos decapitados foram encontrados na cidade de Homs, oeste da Síria.
É inevitável que civis morram durante uma guerra, mas a Rádio da ONU afirmava: “cadáveres de crianças pequenas foram encontrados entre as vítimas no bairro de Karm el-Zeytoun. Alguns tinham marcas de tortura, outros estavam decapitados”. Mesmo assim, a notícia teve pouca repercussão.
Cerca de 18 meses depois, o assunto volta a chamar atenção da imprensa internacional. Desta vez através de uma líder da comunidade cristã local. Em entrevista recente ao Russia Today, Agnes Mariam el-Salib, madre superiora do Mosteiro de St. James em Qara, Síria, disse que está encaminhando um dossiê à Comissão de Direitos Humanos da ONU.
Nele, afirma que a filmagem do suposto ataque químico na Síria é uma armação. Divulgado pelo mundo todo e usado pelos Estados Unidos como justificativa para uma invasão, trata-se de uma tentativa de rebeldes patrocinados pela Al Qaeda justificarem muitas de suas ações terroristas.
Madre Agnes vive na Síria há 20 anos e tem vivido os horrores da guerra desde seu início. Ela reforça o que tem sido amplamente noticiado: os cristãos são os primeiros a morrer quando as tropas rebeldes invadem cidades. Casas queimadas e igrejas queimadas e destruídas, ameaças de que todos que não se converterem morrerão e requintes de crueldade nas execuções.
Em sua recente entrevista a um dos principais sites da Rússia, ela conseguiu expos alguns dos aspectos que, por contrariarem interesses americanos, são ignorados pela mídia ocidental. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia pediu que a comunidade internacional preste atenção às revelações feitas por Agnes Mariam el-Salib.
Segundo ela, os corpos das crianças e adolescentes mostrados nas imagens não poderiam ser vítimas de um mesmo ataque. Um dos motivos para isso é que seus pais e principalmente mães não estão caídos ao lado deles.
Ao mesmo tempo, a comunidade internacional ignorou a matança brutal em Latakia dia 5 de agosto. “O ataque afetou mais de 500 pessoas, incluindo crianças, mulheres e idosos. Foram todos mortos no mesmo ataque rebelde. As atrocidades cometidas ultrapassam todos os limites”, denuncia. Além disso, muitas crianças foram sequestradas para nunca mais serem vistas;
O vídeo mostrando as vítimas do ataque com armas químicas no vilarejo de Gutha em 20 de agosto tem detalhes que passam despercebidos para quem não conhece a realidade síria. Foram cerca de 490 corpos, mas como foi mostrado por vários sites independentes, como o Before It’s News, as crianças não viviam em Gutha, mas são as mesmas sequestradas em Latakia duas semanas antes. Cerca de um mês depois do ocorrido, muitos dos pais que sobreviveram ao massacre as reconheceram no vídeo que rodou o mundo.
De fato, apenas alguns breves artigos no jornal “The Independent” mencionaram o assunto, com pouca repercussão. No Brasil, apenas a revista Carta Capital deu atenção ao fato. Por outro lado, o vídeo divulgado pela Reuters sobre o suposto ataque químico foi manchete de todos os principais órgãos de imprensa do mundo. O ponto principal é que grande parte dos mortos não eram filhos de muçulmanos, mas de cristãos e foram usados para atrair a atenção do mundo para um falso argumento.
Agnes não nega que armas químicas possam ter sido usadas, mas ela questiona por que existem dois pesos e duas medidas na imprensa. Ao total, doze aldeias alauítas foram submetidas a ataques sangrentos dos jihadistas. “Era um verdadeiro matadouro. Pessoas eram mutiladas e decapitadas. Existe um vídeo que mostra uma menina com sua cabeça decepada. Eles a cortaram com ela ainda viva. Viva!”, dispara.
Se quiser assistir ao vídeo clique aqui. O Gospel Prime alerta que são cenas chocantes.
A madre conta que há caso de líderes religiosos muçulmanos mortos e decapitados pelos soldados da Al Qaeda, mas nem se compara ao número de cristãos (drusos e católicos) dizimados recentemente, os mesmos que viveram em paz com os muçulmanos durante séculos.
Questionada por que demorou para fazer essas denúncias, ela afirma que a maioria dos repórteres americanos e europeus não estavam interessados em ouvi-la. “Qualquer cristão deve em primeiro lugar confiar em sua consciência e crer em Deus. Isso vai ajudá-los a salvar vidas inocentes. Eu não me importo mais com minha própria vida… Este é possivelmente o maior crime já cometido na história”, desabafa.
Ao falar sobre o apoio que espera do Vaticano, foi direta: “O Papa diz não tem planos, não tem bombas nem forças armadas… Ele pediu: Vamos parar de lutar”. Para ela, isso tem um grande significado. “A opinião pública mundial se voltou contra os EUA. É a primeira vez na história que a América está sozinha. Eles dizem ter o apoio de dez países. Mas eu insisto que não tem”, esclarece Agnes.
Para ela as pessoas desses países não concordam com seus governos e muitos, como a Inglaterra, passaram a ser mais cautelosos. Até mesmo o presidente Obama recuou em seus planos quando percebeu que não teria apoio irrestrito na ONU.
Neste sábado, a Human Rights Watch, organização de defesa dos direitos humanos criticou a resolução da ONU em apenas destruir o arsenal químico da Síria. Philippe Bolopion, representante da organização junto à ONU, se mostrou indignado: “A resolução não conseguirá trazer justiça para as centenas de crianças que morreram intoxicadas por gás ou por muitos outros crimes graves”. Com informações de Carta Capital, RT, Un Multimedia, Before Its News e G1

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/filhos-cristaos-decapitados-siria/

domingo, 29 de setembro de 2013

Posted by Tamu Junto On 12:29





Ahmad Marwat informou que continuará atacando estrangeiros e não mulçumanos até que cessem os ataques de drones




Mais de 80 pessoas foram mortas e 131 ficaram feridas nos atentados suicidas provocados contra a igreja cristã em Peshawar, noroeste do Paquistão, segundo dados do G1. O ataque aconteceu ontem (22) e foi provocado por talibãs paquistaneses, que divulgaram uma nova facção chamada Junook ul-HIlfsa, criada para matar estrangeiros e vingar os ataques de drones americanos contra a Al-Qaeda.
Ainda segundo o G1, o porta-voz do grupo, Ahmad Marwat informou que continuará atacando estrangeiros e não mulçumanos até que cessem os ataques de drones. Esse foi um dos ataques mais violentos contra os cristãos no Paquistão, onde a Igreja representa apenas 2% da população.
“Vimos esses ataques no Paquistão, mas também na Nigéria, no Quênia neste fim de semana, onde muitos cristãos morreram. Acredito que AL-Qaeda está agindo de forma muito bem organizada. Nossos irmãos estão morrendo e como Igreja precisamos orar por eles e por suas famílias para que Deus os proteja. O Senhor tem chamado a Igreja para orar, e agora ainda mais, porque temos vivido os últimos dias”, diz a missionária Lilian Abucater da Igreja Batista da Lagoinha.
Fonte: G1
Foto: Fayaz Aziz/ Reuters
:: Érica Fernandes
Posted by Tamu Junto On 12:17



"Cristãos e leões", recente livro da editora Planeta dedicado à perseguição dos cristãos no mundo inteiro, saiu à venda esta semana na Europa. A obra trata do relato comovente e apaixonante da perseguição que causa 100 mil mortos por ano.

Seu autor, Fernando de Haro, explica à Aleteia o porquê desta perseguição e analisa a situação dos cristãos no Oriente Médio, África, China, Índia e Coreia do Norte, onde, neste momento, há 40 mil cristãos presos em campos de concentração ("kwanlisos").

Cem mil cristãos morrem anualmente. Por quê?

As causas desta grande perseguição são muito diferentes. E é difícil precisar uma só. É necessário observar a complexidade do momento que o mundo vive para poder responder. No Iraque, por exemplo, a minoria cristã vivia tranquila, mas agora o êxodo está sendo massivo e a presença cristã nessas terras pode desaparecer. Os cristãos são perseguidos porque são incômodos, tanto para os xiitas como para os sunitas, que lutam por implantar um projeto hegemônico.

Se pensarmos na Índia, país neste momento decisivo para o futuro do mundo, é preciso lembrar do nacionalismo hinduísta e sua luta com o islã. Ao falar da China, a grande potência asiática que disputa a liderança com os Estados Unidos, é preciso examinar o capitalismo do Estado do regime comunista, que não consegue tolerar certas liberdades.

Os fenômenos variam muito. Mas há duas características em comum. A perseguição costuma se dar onde há um processo de mudança importante: onde há choque de poderes ou onde um poder pretende impor seu projeto. E, nesta situação, os cristãos costumam ser incômodos, como foram no século I. Porque eles não seguem a lógica de quem quer impor o poder.

O surpreendente – e isso é o que eu quis mostrar no livro – é que, nestas circunstâncias tão difíceis, aparece o testemunho de vidas belíssimas, que não querem renunciar à alegria de ser cristãs. Desejo que estas histórias cativem o leitor, como me cativaram.

No Ocidente, há a impressão de que a mídia não se interessa pela perseguição dos cristãos. Fala-se de falta de liberdades, mas não da liberdade religiosa. Existe liberdade religiosa no mundo?

É difícil responder a esta pergunta, porque as situações são muito diferentes. A negação da liberdade religiosa se tornou uma norma no sul da Ásia, no Oriente Médio e na África do Norte. A China lidera o ranking dos países com menos liberdade religiosa.

Existem 3 níveis de perseguição. O primeiro é o nível dos que arriscam a vida, daqueles que têm de escolher entre ser fiéis ao Batismo ou ver-se privados de direitos civis fundamentais, inclusive da vida. Nestas circunstâncias se encontram importantes regiões do mundo: é o caso da China, da Coreia do Norte, de algumas partes da Península Árabe, de certas regiões da África (Sahel, Níger etc.) e de alguns países do Oriente Médio.

No segundo nível de restrição da liberdade da Igreja está a compreensão da liberdade como um direito privado ou íntimo. Não são protegidas as dimensões social e pública da vida cristã. Isso acontece em muitos países de maioria islâmica, em regimes comunistas que ainda existem e em certas regiões da América Latina.

O terceiro nível é uma restrição cultural. É o poder do qual falava Pasolini: um poder sobre a consciência, que pretende reduzir o cristianismo a um conjunto de valores, à ética. É o que impera no Ocidente. O Ocidente não se ocupa na perseguição dos cristãos porque a questão não cabe nos esquemas ideológicos habituais; não é tema de direita ou de esquerda, não dá votos, não dá dinheiro; não tem a ver com a mudança climática nem com a questão de gênero, mas tampouco é classificável como um produto do "choque de civilizações", que tanto agrada os intelectuais.

Na América Latina, existem as seitas, as gangues, a guerrilha, os traficantes. Por que um cristão incomoda tanto?

A América Latina é filha do catolicismo e de outras tradições, como a tradição liberal. Mas isso não impede que o catolicismo, vigoroso como em poucos lugares do planeta, não seja ameaçado. Ele sofre a ameaça de um laicismo próprio do século XIX, que ainda continua muito vivo, e ao qual seria preciso somar os novos populismos.

As seitas são outro problema. Elas apresentam um desafio interessante ao catolicismo. O cristianismo, para ser autêntico, tem de ser colocado à prova, tem de demonstrar que serve para viver o presente. Se as pessoas não veem utilidade existencial no catolicismo, elas o abandonarão. É lógico. Não precisamos ter medo da liberdade.

Agora a Coreia do Norte está na moda, infelizmente. Há cristãos lá? Como eles vivem?

A Coreia do Norte é um dos países em que a perseguição é mais sangrenta. A informação é confusa, mas estima-se que há 40 mil cristãos presos nos kwanlisos, os campos de concentração nos quais 1 de cada 4 internos morre. Doenças como pneumonia e tuberculose estão muito estendidas, mas não há tratamento médico para os prisioneiros. Eles são obrigados a trabalhar doentes e, se não forem capazes de trabalhar, são enviados aos sanatórios, para esperar a morte. Também são frequentes as torturas, estupros e execuções extrajudiciais.

Os cristãos do país, para poder celebrar a Missa, têm de esconder-se em "igrejas domésticas". A Coreia do Norte não é uma brincadeira: é uma terra de terror, onde foram detectados muitos casos de canibalismo inclusive – como a Ucrânia, na época de Stalin.

Uma última pergunta: você será perseguido por escrever este livro?

Acho que não. Precisamos tratar com muita seriedade a palavra "perseguição". Às vezes, ela é utilizada de maneira frívola, para dissimular a dificuldade que certo cristianismo tem de estar ao ar livre, em uma sociedade pluralista, expressando de forma compreensível e amigável a experiência da qual nasce.

Tendemos a usar este termo de maneira superficial, para não admitir que não fomos capazes de desafiar a liberdade dos outros, para não aceitar que o que dizemos é incompreensível para quem não sabe nada sobre a fé. Ou, o que é pior, porque no fundo sonhamos com um cristianismo hegemônico e vemos frustradas as nossas utopias. Temos muito a aprender dos que realmente são perseguidos.

Fonte: http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/entrevistas/perseguicao-aos-cristaos-880002
Posted by Tamu Junto On 01:19





Um bispo sudanês escreveu ao presidente Barack Obama pedindo ações imediatas para salvar as vidas nas Montanhas Nuba e nas regiões de Darfur e do Nilo Azul. O rev. Andudu Adam Elnail pediu duras ações contra o regime sudanês. Ele lembrou os líderes mundiais de não se concentrarem somente no conflito sírio, mas para prestarem mais atenção à guerra que ocorre em várias partes do Sudão
De acordo com o rev. Andudu, seu país é assolado por “crimes contra a humanidade patrocinados pelo governo” que merecem a atenção de Obama. 

“Como vítima e sobrevivente de um genocídio, gostaria de lembrar o seu respeitável gabinete que é necessário grande esforço para acabar com as mortes e com as pessoas desabrigadas, restaurando a paz em nossa comunidade que tem sofrido por tantos anos”, escreveu Andudu em carta publicada no jornal Sudan Tribune. “Nosso povo se sente como se o mundo tivesse se esquecido dele. Nós nos perguntamos por que vocês não agiram para acabar com o sofrimento de nosso povo ou do povo de Darfur, que ainda sofre e cuja condição está piorando”.  

“Continuamos a ser atacados diariamente. Bombas caem em fazendas e escolas, igrejas e mesquitas, clínicas e mercados. Civis inocentes, mulheres e crianças são mortos durantes seus afazeres diários. Aqueles que sobreviveram, passaram a conviver com um medo constante e, por dois anos, têm morado em cavernas nas montanhas”.  

O bispo também lastima as condições do povo que vive nos territórios sudaneses afetados pela guerra, citando as condições de fome nas regiões de Kao Nyaro e Warni, nas Montanhas Nuba. “Se a situação política não for tratada e não houver ajuda humanitária para o povo imediatamente, a catástrofe aumentará até que seja tarde demais”. 

Andudu também instou com Donald Booth, enviado dos EUA recém-designado ao Sudão e Sudão do Sul, para que desenvolva uma nova pró-democracia e uma política orientada para a proteção dos civis no Sudão.  


Barrado pelas autoridades

Na semana passada, o pedido de visto do presidente do Sudão, Hassan Omer al-Bashir, para comparecer à Assembleia Geral das Nações Unidas virou manchete internacional. À luz da acusação de Hassan pela Corte Penal Internacional por crimes em Darfur, seu pedido foi negado. Uma porta-voz do Departamento de Estado dos EUA não deu indícios de se o visto seria concedido, mas disse: “Nós condenamos qualquer esforço em potencial” de Hassan al-Bashir em comparecer ao encontro das Nações Unidas.

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoGetúlio A. Cidade
Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/09/2726567/
Posted by Tamu Junto On 01:17

Quando olhamos para a Igreja no Egito hoje, suas limitações e desafios, somos levados a crer que, há séculos, ela é uma minoria oprimida dentro de um grande país islâmico. No entanto, nem sempre foi assim. A Igreja egípcia que vemos hoje, bem como a perseguição que ela sofre, foi moldada ao longo de décadas de revoluções e mudanças sociais
As mudanças mais significativas começaram na década de 1970, quando Anwar El Sadat assumiu a presidência do Egito, sucedendo a Gamal Abdel Nasser. Nasser havia governado por cerca de 20 anos. Ele aboliu os partidos políticos, abraçou o nacionalismo e adotou uma política considerada socialista por alguns. Durante seu governo, o êxodo da comunidade copta do Egito começou a emigrar.

Na segunda metade da década de 1950, ocorreu a primeira onda de emigração para o ocidente, composta por profissionais altamente qualificados que buscavam um futuro melhor. Em 1961, uma segunda onda de coptas, composta por membros da classe média-alta e classe alta, partia para se juntar à primeira leva de emigrantes.

Após esmagar seus oponentes internos em maio 1971, Sadat enfrentou um enorme desafio: encontrar uma maneira de tirar o Egito da situação humilhante em que ficou após a derrota por Israel em 1967, na Guerra dos Seis Dias. Depois de hesitar, o líder resolveu dar um passo, atacando Israel em 6 de outubro de 1973. O êxito inicial obtido na guerra trouxe ao Egito um novo sentimento de orgulho, e a tão necessária legitimidade ao seu líder.

Embora Sadat não fosse fã da democracia, ele se comprometeu a promover abertura na esfera política. O sistema de partido único foi abolido e os partidos políticos tiveram permissão para atuar. Sua decisão mais importante em âmbito nacional foi a liberdade concedida para a formação de grupos islâmicos. 

Com Sadat, a religião estava cada vez mais substituindo o nacionalismo como alicerce do país. A fim de combater o predomínio nasserista e a dominação esquerdista nos campi universitários, Sadat permitiu e, em alguns casos, encorajou a expansão das correntes islâmicas nos campi e fora deles. Mais religioso e conservador que seu antecessor, Sadat percebeu tarde demais que havia desencadeado uma tempestade que iria destruí-lo.

Nascimento do extremismo islâmico no Egito
A revista da Irmandade Muçulmana El Daawa publicava longos artigos contra os coptas. Segundo o periódico, os coptas eram a minoria mais feliz do mundo e não tinham nenhum motivo para reclamar. Os coptas deviam se dar por satisfeitos com seu status privilegiado de dhimmis (cidadãos não muçulmanos de um país islâmico) até que, é claro, finalmente vissem a luz e se convertessem ao islã. 

Na verdade, os coptas não estavam sendo discriminados no Egito, mas sim favorecidos pelo Estado. Para eles, os coptas estavam tentando mudar a cara do Egito construindo mais igrejas do que o necessário. Eles eram tidos como um grupo que visava subverter o país. Espalharam-se rumores de que mantinham um estoque de armamentos.

Em 1972, foi divulgado um relatório de uma suposta reunião realizada entre o papa copta Shenouda e sacerdotes. De acordo com o relatório, o papa teria dito que o Egito seria recristianizado assim como acontecera na Espanha. Os coptas deviam ter muitos filhos, certificando-se de uma queda na taxa de fertilidade das mulheres muçulmanas.

Essas teorias de conspiração resultaram na discriminação dos coptas no campo da ginecologia. Outros departamentos universitários não foram poupados. Estava se tornando impossível para qualquer cristão a obtenção das notas necessárias para ser nomeado professor em uma universidade. A discriminação contra os coptas em cooperativas do governo e nos setores burocráticos tornou-se generalizada. Quase nenhum copta era eleito para o parlamento egípcio ou para ocupar as posições superiores no governo.

Em 1977, a Universidade de al-Azhar propôs uma lei para que a sharia — um código de leis civis baseado no Alcorão — fosse implementada no país. A proposta incluía a pena de morte para os apóstatas.

Em 21 de março de 1977, decidiu-se que a sharia deveria ser aplicada em relação aos coptas quanto ao seu estado civil, permitindo aos homens o casamento com quatro mulheres e a obtenção de divórcio.

O cristianismo era diariamente ridicularizado na imprensa. Como era de se esperar, tal postura acabou por alienar coptas, que temiam o futuro diariamente. Nos campi universitários, grupos islâmicos começaram a atacar os estudantes cristãos. Logo começaram os confrontos. Um cenário ainda mais violento era apenas uma questão de tempo.

O alvo de alguns ataques eram edifícios utilizados pelos cristãos para orações, os quais não tinham obtido a aprovação necessária do governo. Em 6 de novembro de 1972, um edifício desses foi atacado na cidade de El Khanka. Irritado, o recém-empossado Papa Shenouda III (1971-2012) ordenou que alguns bispos e sacerdotes marchassem até o local e celebrassem uma missa. Tal marcha foi interpretada como uma provocação pelos muçulmanos, e o edifício foi atacado novamente. A comissão parlamentar encarregada de investigar o ataque verificou que dos 1.442 templos no Egito, apenas 500 tinham a licença necessária.

O número de ataques foi aumentando. Em 1979, uma igreja no Cairo foi incendiada. Em janeiro de 1980, sacerdotes que estavam em ascensão foram atacados e diversas igrejas em Alexandria foram bombardeadas. Grupos islâmicos obtiveram um fatwa (pronunciamento legal) de um  líder religioso determinando que qualquer copta que doasse dinheiro para as igrejas seria um alvo legítimo de roubos. Os confrontos sectários tiveram seu ápice em junho de 1981 no distrito de El Zawya El Hamra, no Cairo: a matança seguiu por três dias, enquanto a polícia fazia tímidos esforços para acabar com a violência. O evento deixou 81 coptas mortos. Ainda em 1981, um bombardeio em outra igreja no dia 4 de agosto deixou três mortos.

Em 14 de maio de 1980, Sadat fez um discurso ardente ao Parlamento Egípcio. Ele acusou o papa de tentar estabelecer um Estado cristão em Assiut, no sul do Egito. Criticou o que chamou de “uma tentativa da Igreja de ser um Estado dentro do Estado”, acusou os coptas de provocar potências estrangeiras contra o Egito e de receber armas e treinamento dos falangistas no Líbano. Ele concluiu seu discurso com palavras ameaçadoras: "Sou um presidente muçulmano de um país islâmico".

Resposta dos coptas à oposição
A ascensão islâmica na década de 1970 causou uma terceira emigração de coptas, a fim de escapar de um Egito que lhes parecia estranho. Os emigrantes da terceira onda eram mais diversificados quanto à formação e situação econômica e social, incluindo muitas famílias mais pobres. A vida dos que permaneceram no Egito girava em torno das igrejas.

Diante da crescente discriminação na esfera pública, os coptas corriam para a igreja em busca de uma vida entre seus muros. Confrontados com a ascensão dos muçulmanos no Egito e com a crescente exclusão dos coptas, corriam para a igreja buscando consolo.

Era uma via de mão dupla — a Igreja expandia seus serviços para suprir a comunidade cristã e a comunidade exigia que a Igreja suprisse suas necessidades crescentes. Os coptas recorriam aos seus líderes para pedir conselhos e orientação sobre tudo em suas vidas, fazendo da instituição a única representante da comunidade copta. As portas que se abriram aos cristãos nos serviços das igrejas deram-lhes oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

Os coptas a quem foram negadas posições de liderança em seu país encontraram oportunidades para ocupar cargos de liderança em suas igrejas. Diante de uma esfera pública que os suprimiu e humilhou, esperando que agissem como dhimmis felizes, a Igreja deu-lhes autoestima e os ajudou a recuperar a confiança perdida.

No entanto, não se tratava apenas do crescimento da Igreja e de uma comunidade que corria para ela por medo do mundo exterior. O reavivamento e crescimento da Igreja copta decorrem de motivos internos, como o movimento da escola dominical, sendo mais um reavivamento espiritual e religioso do que uma reação às ameaças externas.

Adaptado de “The Coptic Church in peril: The Islamization of Egypt and the end of Egyptian Christianity”, de Samuel Tadros (Australian Broadcasting Company, 15 de setembro de 2013).


Amanhã (29), leia o que aconteceu no Egito após a chegada e a queda do regime Murabak.

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/09/2728202/





Posted by Tamu Junto On 01:13
Cristãos em todo Egito estão experimentando um acentuado aumento de ataques contra eles. Essa nova onda de perseguição vem junto com a tentativa do governo para dispersar os manifestantes pró-presidente Morsi. Pelo menos 250 pessoas foram mortas e 1 mil feridas em ataques recentes. Depois que centenas de pessoas foram mortas em protestos, o país declarou estado de emergência.
Quarenta igrejas foram atacadas e incendiadas. Três delas ficam em Minya, duas em Fayoum e um em Sohag. No mesmo dia, empresas que ficam em Sohag e Assuit e cujos donos são cristãos em foram alvo de muçulmanos radicais. Um convento chamado Al Raai Al Saleh em Suez também foi incendiado.
No meio do caos, cristãos egípcios ainda podem ver a mão de Deus no trabalho. De acordo com um colaborador da VdM, um centro de treinamento para líderes religiosos, chamado Bom Pastor e que fica na cidade de Suiz, foi cercado por uma multidão de membros da irmandade muçulmana formada por radicais. Mulheres e crianças estavam refugiadas no local e, graças a Deus, conseguiram fugir antes que o fogo tomasse todo o prédio.
Fontes relatam que Mohammed El Beltagy, líder da irmandade, disse que “as operações contra os cristãos está apenas começando.” Rotineiramente essa ordem muçulmana ameaça cristãos realizando protestas contra eles. Um dos cooperadores da VdM no local afirma que esse grupo de líderes muçulmanos busca  criar uma sedição entre muçulmanos e cristãos.
Os ataques recentes contra cristãos não são os únicos que têm ocorrido nas últimas semanas. Em outra igreja, em 03 de agosto, centenas de simpatizantes de Morsi rodearam uma igreja em Sohag e fixaram uma bandeira da Al-Qaeda na igreja. No mesmo dia, a cidade de Menia teve mais de 50 lojas e casas pertencentes a cristãos coptas queimadas e saqueadas por muçulmanos radicais. Mais de 20 pessoas ficaram feridas nos ataques.
Em julho, dois cristãos foram mortos em áreas do norte da Península do Sinai. Em 18 de julho, duas igrejas foram atacadas durante o funeral de dois membros da irmandade muçulmana. Na província de Luxor, o recém-nomeado chefe de polícia é suspeito de ignorar uma denúncia onde quatro cristãos foram assassinados.
Nossos irmãos egípcios pedem orações. A Voz dos Mártires está acompanhando de perto toda situação no Egito e, quando necessário, prestará ajuda.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/egito-os-ataques-nao-param/


Posted by Tamu Junto On 01:12
Um smartphone, um balão de gás hélio, um leitor de MP3 e oito horas dirigindo no vermelho em estradas lamacentas. O que eles têm em comum? Todos eles são métodos utilizado pela VdM para levar Bíblias para os cristãos perseguidos.
Na Ásia Central, o smartphone recebe um programa onde é instalada a Bíblia digital, bem como sermões em áudio para encorajar os cristãos. Os balões de hélio estão levando o Novo Testamento, saindo da Coreia do Sul para a Coreia do Norte. Dessa forma, a verdade de Deus penetra nessa nação fechada.
No norte da África, analfabetos cristãos de etnias minoritárias ouvem a Bíblia em pequenos tocadores de MP3. E em Uganda, um país que luta com extrema pobreza, os cristãos se reúnem em igrejas rústicas para lerem a Bíblia em sua própria língua, traduzida à mão por um colaborador da VdM.
Talvez você não entenda o porquê de um ministério de auxílio da igreja perseguida, como a VdM, gastar tanto tempo e dinheiro fornecendo Bíblias, se existem muitas organizações que distribuem Bíblias gratuitamente.
Por que isso é tão importante para VdM? Um dos nossos cinco objetivos principais fala em capacitar os cristãos para cumprir a Grande Comissão e equipá-los para alcançar perseguidores. Sem um conhecimento fundamental da sabedoria revelada de Deus, os cristãos não podem chegar aos outros. Eles também não vão entender por que estão sofrendo por sua fé. E para os crentes mais carentes, a posse da Bíblia está, muitas vezes, fora de alcance.
Nossa intenção não é distribuir o maior número possível de Bíblias. Em vez disso, queremos fornecer Bíblias para aqueles que têm menos acesso e que vivem em áreas que são hostis ao cristianismo. Antes de uma distribuição, os líderes cristãos primeiro reúnem os nomes das pessoas que delas necessitam.
Um novo pedido recebido pela VdM nesta semana, descreve a necessidade de duas províncias chinesas: “Estes pedidos são para cristãos, quase todos recém-convertidos, e muito carentes. O rendimento anual deles está entre 200 a 500 dólares por ano. Missionários … não podem entrar nestas áreas.” Na China, onde a necessidade de Bíblias é imensa, vamos distribuir, neste ano, 429.257.
Em regiões menores na Ásia Central, onde os cristãos estão sob constante vigilância por parte da polícia, a VdM irá equipar os obreiros cristãos com smart phones. Desta forma, eles não precisam carregar a Bíblia nas mãos. Um dos obreiros que recebeu o telefone, escreveu: “Apresso-me a expressar minha gratidão às pessoas que participaram nesta ação. Muito obrigado. Agora eu tenho a oportunidade de ler a Bíblia e outros livros e usar programas úteis. Ele fez o meu ministério muito mais fácil e o enriqueceu”.

Uma das histórias mais comoventes que recebemos veio recentemente de uma família no Nepal. Um pobre agricultor, “Bandhu”, já era convertido há seis anos quando soube da oportunidade de conseguir uma Bíblia. Ele nunca sequer tinha segurado uma Bíblia.  Bandhu e seu filho andaram por oito até chegarem na igreja onde as Bíblias estavam sendo distribuídas. “ Quando a distribuição começou, eu estava assistindo o movimento do pastor e pensando: eu vou tocar na coisa mais importante da minha vida! Agora temos nossas Bíblias em casa. Nós a lemos todos os dias. Eu posso ver a benção que veio para nossa família depois disso. Aproveito para agradecer a VdM que tornou esse sonho possível”.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/mundo-tecnologia-a-favor-da-pregacao-do-evangelho/
Posted by Tamu Junto On 01:10
Um membro do parlamento no Afeganistão sugeriu que qualquer um que se converte ao cristianismo deve ser executado, a fim de deter o rápido crescimento da religião entre os afegãos. A declaração, feita por Nazir Ahmad Hanafi,  foi à última dentre uma série de declarações anticristãs por funcionários públicos afegãos.
Um jornal afegão cita o mesmo parlamentar dizendo: “Numerosos afegãos tornaram-se cristãos na Índia. Isso é uma ofensa às leis islâmicas, e de acordo com o Alcorão, eles precisam ser executados”.
O número de convertidos ao cristianismo no Afeganistão começou a crescer com a presença dos Estados Unidos após a queda do regime talibã, no final de 2001. De acordo com um pastor local, cristãos convertidos do islamismo começaram a se exilar do Afeganistão em 2005, com medo de represálias, tanto do governo quanto da sociedade, após uma estação de TV mostrar o rosto de cristãos afegãos em igrejas secretas no país. O principal destino foi à Índia.
Em 2010, outro membro do parlamento  solicitou a Direção Nacional de Segurança a execução dos cristãos que apareceram nesse vídeo. “Os afegãos que apareceram no vídeo devem ser executados publicamente”, disse Abdul Sattar Khawasi.
Dos fugitivos, cerca de 250 se instalaram em Delhi, onde fundaram uma Igreja afegã cristã. Esses cristãos estão encorajando outros afegãos a visitarem a Índia e se converterem ao cristianismo.
Cerca de 250 membros do parlamento afegão culpam os Estados Unidos pelo aumento do número de conversões de cristãos. “O plano dos Estados Unidos em longo prazo é atacar a cultura afegã”, afirmam fervorosos os muçulmanos.
O presidente do Parlamento ordenou que o Comitê de Segurança Nacional analise a questão.

Vamos orar para que nossos irmãos possam professar livremente sua fé no Afeganistão e que cada dia mais pessoas possam seguir Jesus.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/afeganistao-parlamentar-incentiva-matar-cristaos/

domingo, 1 de setembro de 2013

Posted by Tamu Junto On 15:55



Asia Bibi foi transferida para a prisão Multan, que fica muito mais longe de sua família. Asia é a cristã paquistanesa presa há quatro anos acusada de blasfêmia sob as leis de seu país.
A transferência ocorreu poucos dias após o marido de Asia, Ashiq Masih, visitá-la na prisão em Sheikhupura. Com 41 anos, ela estava em tratamento médico por causa de intensas dores nas pernas, ombros e braços.
Em Multan, sua família terá que viajar por cerca de cinco horas, em vez de apenas uma, para visitá-la. Eles também temem muito mais pela segurança de Asia e que o tratamento médico seja interrompido. Ashiq relata que suas duas filhas estão desanimadas com a notícia da transferência de sua mãe.
Asia foi presa em 19 junho de 2009, após colegas de trabalho muçulmanas, começarem a pressioná-la para renunciar ao cristianismo e se converter ao islamismo. Asia compartilhou sua fé em Cristo e disse que Cristo morreu na cruz pelos pecados de todas elas. Em seguida, ela questionou o que Maomé teria feito por elas. Asia também afirmou que Jesus venceu a morte enquanto o profeta islâmico continuava morto.
Uma raiva muito grande se ascendeu contra Asia e as mulheres muçulmanas começaram a espancá-la. Em seguida, alguns homens vieram e a trancaram numa sala. Dezessete meses depois de presa, ela foi sentenciada à morte. Não há registros de nenhuma execução no país sob as leis de blasfêmia do Paquistão. O que ocorre é que, depois de presos, esses cristãos condenados são assassinados dentro da prisão por radicais muçulmanos.
Asia conseguiu atrair para si a atenção internacional para as leis de blasfêmia do Paquistão. Os cristãos pediram a libertação de Asia e a revogação das leis, enquanto os extremistas no Paquistão continuam a exigir que ela seja executada.
Na última visita de seu esposo, Asia pediu para que os cristãos ao redor do mundo continuem a orar pela sua saúde, segurança e libertação.






Posted by Tamu Junto On 15:53

O derramamento de sangue no Egito continua após a remoção do ex-presidente Mohammad Morsi do cargo pelos militares egípcios. Os membros da Irmandade Muçulmana estão atacando os cristãos, culpando-os das ações militares contra Morsi.
No início de julho, o reverendo Mina Abboud Sharoubeam foi morto por homens armados em uma motocicleta quando saía de sua igreja na área de Al Masaeed de Arish em Sinai, no Egito.
Em crescente violência pós-Morsi, muçulmanos radicais mataram nove cristãos, casas e comércios de cristãos foram queimados em Al Dabaa, aldeia na região de Luxor do Alto Egito. Os feridos e desabrigados estão se refugiando em uma igreja, que também esteve sob ataque. Desde o afastamento de Morsi em 3 de julho, três outras igrejas cristãs foram queimadas e as empresas cristãs em Dalga e Der Mawas em Menia, foram atacadas por extremistas islâmicos.
Um colaborador da VdM informou que centenas de soldados do Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, chegou ao Egito para dar apoio à Irmandade Muçulmana e alguns soldados foram presos pelas forças de segurança egípcias.
Quatro soldados do Hamas, que transportava 80 quilos de bombas, foram presos no Cairo. Cinco outros soldados fortemente armados do Hamas foram presos perto da sede da Irmandade Muçulmana na área de Mokattam.
Cristãos no Egito estão pedindo “orações de proteção para todos os egípcios neste momento muito difícil e proteção para as famílias cristãs no Alto Egito.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/egito-violencia-contra-cristaos-continua/