domingo, 1 de setembro de 2013

Posted by Tamu Junto On 15:55



Asia Bibi foi transferida para a prisão Multan, que fica muito mais longe de sua família. Asia é a cristã paquistanesa presa há quatro anos acusada de blasfêmia sob as leis de seu país.
A transferência ocorreu poucos dias após o marido de Asia, Ashiq Masih, visitá-la na prisão em Sheikhupura. Com 41 anos, ela estava em tratamento médico por causa de intensas dores nas pernas, ombros e braços.
Em Multan, sua família terá que viajar por cerca de cinco horas, em vez de apenas uma, para visitá-la. Eles também temem muito mais pela segurança de Asia e que o tratamento médico seja interrompido. Ashiq relata que suas duas filhas estão desanimadas com a notícia da transferência de sua mãe.
Asia foi presa em 19 junho de 2009, após colegas de trabalho muçulmanas, começarem a pressioná-la para renunciar ao cristianismo e se converter ao islamismo. Asia compartilhou sua fé em Cristo e disse que Cristo morreu na cruz pelos pecados de todas elas. Em seguida, ela questionou o que Maomé teria feito por elas. Asia também afirmou que Jesus venceu a morte enquanto o profeta islâmico continuava morto.
Uma raiva muito grande se ascendeu contra Asia e as mulheres muçulmanas começaram a espancá-la. Em seguida, alguns homens vieram e a trancaram numa sala. Dezessete meses depois de presa, ela foi sentenciada à morte. Não há registros de nenhuma execução no país sob as leis de blasfêmia do Paquistão. O que ocorre é que, depois de presos, esses cristãos condenados são assassinados dentro da prisão por radicais muçulmanos.
Asia conseguiu atrair para si a atenção internacional para as leis de blasfêmia do Paquistão. Os cristãos pediram a libertação de Asia e a revogação das leis, enquanto os extremistas no Paquistão continuam a exigir que ela seja executada.
Na última visita de seu esposo, Asia pediu para que os cristãos ao redor do mundo continuem a orar pela sua saúde, segurança e libertação.






Posted by Tamu Junto On 15:53

O derramamento de sangue no Egito continua após a remoção do ex-presidente Mohammad Morsi do cargo pelos militares egípcios. Os membros da Irmandade Muçulmana estão atacando os cristãos, culpando-os das ações militares contra Morsi.
No início de julho, o reverendo Mina Abboud Sharoubeam foi morto por homens armados em uma motocicleta quando saía de sua igreja na área de Al Masaeed de Arish em Sinai, no Egito.
Em crescente violência pós-Morsi, muçulmanos radicais mataram nove cristãos, casas e comércios de cristãos foram queimados em Al Dabaa, aldeia na região de Luxor do Alto Egito. Os feridos e desabrigados estão se refugiando em uma igreja, que também esteve sob ataque. Desde o afastamento de Morsi em 3 de julho, três outras igrejas cristãs foram queimadas e as empresas cristãs em Dalga e Der Mawas em Menia, foram atacadas por extremistas islâmicos.
Um colaborador da VdM informou que centenas de soldados do Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, chegou ao Egito para dar apoio à Irmandade Muçulmana e alguns soldados foram presos pelas forças de segurança egípcias.
Quatro soldados do Hamas, que transportava 80 quilos de bombas, foram presos no Cairo. Cinco outros soldados fortemente armados do Hamas foram presos perto da sede da Irmandade Muçulmana na área de Mokattam.
Cristãos no Egito estão pedindo “orações de proteção para todos os egípcios neste momento muito difícil e proteção para as famílias cristãs no Alto Egito.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/egito-violencia-contra-cristaos-continua/